domingo, 20 de junho de 2010

1ª Reflexão matrimonial 2010



          A igreja Presbiteriana de Jucurutu proporcionou mais um de seus  eventos, após alguns meses de planejamento, trabalho e dedicação aconteceu a 1º Reflexão Matrimonial, dirigido aos casais com  o propósito de refletir sobre o papel  da família na sociedade e sobretudo a obdiencia a Deus. No final de semana do dia 18 e 19 de Junho de 2010, toda a igreja se mobilizou para que o evento pudesse vir a acontecer. Divididos em vários grupos de organização do evento, entre eles o louvor, (ministério de louvor da Igreja),
palavra ( pastor Andriel e o  Pastor Sebastião),


e equipes, da limpeza, ornamentação e cantina, que estiveram a frente do evento cuidando dos mínimos detalhes.


          A equipe responsável pelas crianças também cumpriram seu papel, para que os casais pudessem ficar tranquilos em relação aos seus filhos que estavam em ótimas companhias.
          A sexta a noite foi iniciada a primeira palestra com Pastor Sebastião da igreja Batista de Jucurutu, que falou da importância dos cônjuges amar uns aos outros, citando com exemplo as palavras do Mestre Jesus que nos ordenou a amar os nossos inimigos, e o sacrifício que Ele fez na cruz do calvário pela igreja entre outros.


O ministério de Louvor da igreja ficou responsável pelos lindos cânticos que expressava o amor entre os casais conforme a vontade de Deus.



No Sábado à noite o evento teve continuidade com o Pr. Andriel que trouxe a mensagem da noite falando como tirar proveito das crises para que o casal permaneça cada vez mais unido.
E para finalizar com chave de ouro foi servido um jantar que teve sua renda revertida para as obras de construção da cantina da Igreja.
Durante o jantar foi o momento dos casais declarar o seu amor a pessoa amada. Quem esteve na organização das mensagens foi Anderson, Amanda e Juninho. O momento foi de muita emoção e alegria.

A decoração do ambiente tudo de acordo com o tema que seria tratado.

domingo, 18 de abril de 2010

 

Tentando ser um Cristão

 

Jim Elliff


Fiquei admirado. Acabara de explicar a um grupo de cientistas nucleares a diferença entre tentar obter a salvação, por meio de nossa próprias obras, e confiar em Cristo para a salvação. Pensei que havia sido excepcionalmente claro. Mas, enquanto eu saía, um homem agradeceu-me, dizendo: “Acho que preciso apenas me esforçar intensamente para ser um cristão”.
Ele possuía tanta esperança de chegar ao céu por meio de seus esforços, assim como tinha esperança de que poderia fazê-lo por meio de uma espaçonave. Sem a ajuda do Espírito Santo e do entendimento proporcionado somente pela Bíblia, todo homem pensa que tem de ganhar o favor divino. A Bíblia não diz isso. Ela ensina que a salvação é um dom recebido tão-somente pela fé, “não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.9).
Foi esta verdade sobre a salvação que mudou o curso da história da humanidade em 1516, quando começou a Reforma Protestante. Sola Fide (Fé Somente) se tornou o grito de guerra dos reformadores durante aqueles dias revolucionários. Os reformadores haviam descoberto uma verdade que, por muitos séculos, ficara escondida, atrás dos rituais e dogmas, para a maior parte da sociedade. Mas, com toda certeza, esta verdade não era nova. O patriarca Abraão havia aprendido esta verdade transformadora, 3.000 anos antes que fossem acessas as primeiras faíscas da Reforma.
Abraão descobriu que ser aceito como justo diante de Deus (a justificação) não acontece por meio de nossas boas obras, e sim por meio daquilo que é exatamente o oposto — a fé somente. Esta fé não se manifesta em confiarmos naquilo que fazemos por Deus, e sim em confiarmos naquilo que Cristo fez por nós.
O apóstolo Paulo disse: “Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça” (Romanos 4.2-3).
Se você pudesse ser aceito por Deus com base em suas obras, haveria razão para se gloriar. Significaria que você nunca peca. No entanto, visto que jamais existiu uma pessoa perfeita, exceto Cristo, o caminho das obras para o céu é impossível. Mas existe um caminho possível para sermos justificados — por meio de crermos (ou seja, pela fé), assim como Abraão foi justificado.
Cristo pagou completamente a dívida daqueles que são dEle. Quando sofreu e morreu no Calvário, Ele fez tudo o que poderia ser feito em favor do pecado do homem. Este foi um dos mais elevados atos da graça de Deus. Pensar que você pode ser aceito diante de Deus por meio dos seus próprios esforços para ser uma pessoa boa menospreza a cruz de Cristo. Paulo disse: “Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão” (Gálatas 2.21).
Se você quer ser justificado ou aceito como justo diante de Deus, terá de vir por meio do caminho de Deus, por meio da fé em Cristo e naquilo que Ele fez por você. “Tentar ser um cristão” é um insulto para Deus e uma maneira de desprezarmos o que Cristo fez na cruz.
Alguns amigos meus assistiram um acidente catastrófico, quando estavam em uma colina acima do rio Guadalupe, no Estado do Texas. Um ônibus cheio de estudantes havia descido a colina para atravessar a ponte que havia embaixo. Por causa da excessiva quantidade de chuvas, a ponte estava coberta com água. O motorista do ônibus achava que poderia atravessá-la com facilidade. No entanto, quando ele estava no meio do caminho, uma parede de água lançou-se sobre o lado do ônibus e o arremessou no rio.
Imediatamente os estudantes estavam procurando sair do ônibus submerso. Alguns conseguiram; outros, não. Aqueles que conseguiram sair do ônibus foram arrastados velozmente pela correnteza, e tentavam se agarrar às rochas, onde quer que pudessem se agarrar. Eles não sobreviveriam por muito tempo.
Helicópteros da base militar de San Antonio vieram rapidamente para o local do acidente. Uma corda, lançada dos helicópteros, era fixada no corpo dos estudantes, tornando-lhes possível serem içados e levados para um lugar seco e distante.
Uma das estudantes já estava quase inconsciente por causa do medo. Quando o soldado aproximou-se dela, foi somente com muita dificuldade que ele pôde fixar o cinto de resgate ao redor dela. Quando ela estava sendo içada, bem acima da água, os seus braços começaram a agitar-se violentamente — tão violentamente, que, na verdade, ela escorregou do cinto de resgate. Meus amigos viram quando aquela moça submergiu na morte, lá embaixo.
Se elas apenas tivesse confiado, poderia ter sido salva da morte.
Deus nunca recompensa o esforço pessoal que você exerce para salvar a si mesmo. Ele não permitirá que você transforme a cruz em uma acontecimento insignificante. Deus não se obrigará a salvá-lo, porque você faz aquilo que acredita ser boas obras. Mas existe um caminho possível, por causa de Cristo — o caminho da fé.
“Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Romanos 4.4-5).
 
Pr. Jim Elliff é o fundador e presidente da organização Christian Comunicators Worldwide (CCW). Obteve seu mestrado pelo Southwestern Baptist Theological Seminary. É membro da diretoria da FIRE (Fellowship of Independent Reformed Evangelicals) e é fundador do ministério Christ Fellowship, uma igreja constituída de congregações nos lares; é autor de vários livros, alguns deles publicados em português pela Editora Fiel. Jim é casado com Pam e o casal tem três filhos.

domingo, 4 de abril de 2010


A Centralidade da Cruz
por
James Montgomery Boyce



            Se a morte de Cristo na cruz é o verdadeiro significado de sua encarnação, não existe evangelho sem a cruz. O nascimento de Cristo, por si mesmo, não é a essência do evangelho. Mesmo a ressurreição, embora seja importante no plano geral da salvação, não é o cerne do evangelho. As boas-novas não consistem apenas no fato de que Deus se tornou homem, ou de que Ele falou com o propósito de revelar-nos o caminho da vida, ou de que a morte, o grande inimigo, foi vencida. As boas-novas estão no fato de que Deus lidou com nosso pecado (do que a ressurreição é uma prova); que Jesus sofreu o castigo como nosso Representante, de modo que nunca mais tenhamos de sofrê-lo; e que, por isso mesmo, todos os que crêem podem antegozar o céu. Gloriar-se na Pessoa e nos ensinos de Cristo somente é possível para aqueles que entram em um novo relacionamento com Deus, por meio da fé em Jesus como seu Substituto. A ressurreição não é apenas uma vitória sobre a morte, mas também uma prova de que a expiação foi satisfatória aos olhos do Pai (Rm 4.25) e de que a morte, o resultado do pecado, foi abolida por causa desta satisfação. Qualquer evangelho que proclama somente a vinda de Cristo ao mundo, significando a encarnação sem a expiação, é um falso evangelho. Qualquer evangelho que proclama o amor de Deus sem ressaltar que seu amor O levou a pagar, na pessoa de seu Filho, na cruz, o preço final pelos nossos pecados, é um falso evangelho. O verdadeiro evangelho é aquele que fala sobre o “único Mediador” (1 Tm 2.5-6), que ofereceu a Si mesmo por nós. E, assim como não pode haver um evangelho que não apresenta a expiação como o motivo para a encarnação, assim também sem a expiação não pode haver vida cristã. Sem a expiação, o conceito de encarnação facilmente se degenera num tipo de deificação do homem, levando-o a arrogância e auto-exaltação. E além disso, com a expiação (ou sacrifício) como a verdadeira mensagem da vida de Cristo e, por conseguinte, também da vida do cristão, quer homem ou mulher, esta deverá conduzi-lo à humildade e ao auto-sacrifício em favor das reais necessidades de outros. A vida cristã não demonstra indiferença àqueles que estão famintos e doentes ou têm qualquer outra dificuldade. A vida cristã não consiste em contentar-nos com as coisas que temos, ou com um viver da classe média, desfrutando de uma grande casa, carros novos, roupas finas e boas férias, ou com uma boa formação educacional, ou com a riqueza espiritual de boas igrejas, Bíblias, ensino correto das Escrituras, amigos ou uma comunidade cristã. Pelo contrário, a vida cristã envolve a conscientização de que outros carecem de tais coisas; portanto, precisamos sacrificar nossos próprios interesses, para nos identificarmos com eles, comunicando-lhes cada vez mais a abundância que desfrutamos...Viveremos inteiramente para Cristo somente quando estivermos dispostos a empobrecer, se necessário, para que outros sejam ajudados.  



Fonte: Fé para Hoje, Versão Online, Número 8, Ano 2000.

domingo, 21 de março de 2010

A VELHA E A NOVA CRUZ

Por
A.W. Tozer

Sem fazer-se anunciar e quase despercebida uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente; as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.
Uma nova filosofia brotou desta nova cruz com respeito à vida cristã, e desta nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica – um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Este novo evangelismo emprega a mesma linguagem que o velho, mas o seu conteúdo não é o mesmo e sua ênfase difere da anterior.
A velha cruz não fazia aliança com o mundo. Para a carne orgulhosa de Adão ela significava o fim da jornada, executando a sentença imposta pela lei do Sinai. A nova cruz não se opõe à raça humana; pelo contrário, é sua amiga íntima e, se compreendermos bem, considera-a uma fonte de divertimento e gozo inocente. Ela deixa Adão viver sem qualquer interferência. Sua motivação na vida não se modifica; ela continua vivendo para seu próprio prazer, só que agora se deleita em entoar coros e a assistir filmes religiosos em lugar de cantar canções obcenas e tomar bebidas fortes. A ênfase continua sendo o prazer, embora a diversão se situe agora num plano moral mais elevado, caso não o seja intelectualmente.
A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística nova e por completo diferente. O evangelista não exige a renúncia da velha vida antes que a nova possa ser recebida. Ele não prega contrastes mas semelhanças. Busca a chave para o interesse do público, mostranto que o cristianismo não faz exigências desagradáveis; mas, pelo contário, oferece a mesma coisa que o mundo, somente num plano superior. O que quer que o mundo pecador esteja idolizando no momento é mostrado como sendo exatamente aquilo que o evangelho oferece, sendo que o produto religioso é melhor.
A nova cruz não mata o pecador, mas dá-lhe nova direção. Ela o faz engrenar em um modo de vida mais limpo e agradável, resguardando o seu respeito próprio. Para o arrogante ela diz: "Venha e mostre-se arrogante a favor de Cristo"; e declara ao egoísta: "Venha e vanglorie-se no Senhor". Para o que busca emoções, chama: "Venha e goze da emoção da fraternidade cristã". A mensagem de Cristo é manipulada na direção da moda corrente a fim de torná-la aceitável ao público.
A filosofia por trás disso pode ser sincera, mas na sua sinceridade não impede qe seja falsa. É falsa por ser cega, interpretando erradamente todo o significado da cruz.
A velha cruz é um símbolo da morte. Ela representa o fim repentino e violento de um ser humano. O homem, na época romana, que tomou a sua cruz e seguiu pela estrada já se despedira de seus amigos. Ele não mais voltaria. estava indo para seu fim. A cruz não fazia acordos, não modificava nem poupava nada; ela acabava completamente com o homem, de uma vez por todas. Não tentava manter bons termos com sua vítima. Golpeava-a cruel e duramente e quando terminava seu trabalho o homem já não existia.
A raça de Adão está sob sentença de morte. Não existe comutação de pena nem fuga. Deus não pode aprovar qualquer dos frutos do pecado, por mais inocentes ou belos que pareçam aos olhos humanos. Deus resgata o indivíduo, liquidando-o e depois ressucitando-o em novidade de vida.
O evangelismo que traça paralelos amigáveis entre os caminhos de Deus e os do homem é falso em relação à bíblia e cruel para a alma de seus ouvintes. A fé manifestada por Cristo não tem paralelo humano, ela divide o mundo. Ao nos aproximarmos de Cristo não elevamos nossa vida a um plano mais alto; mas a deixamos na cruz. A semente de trigo deve cair no solo e morrer.
Nós, os que pregamos o evangelho, não devemos julgar-nos agentes ou relações públicas enviados para estabelecer boa vontade entre Cristo e o mundo. Não devemos imaginar que fomos comissionados para tornar Cristo aceitável aos homens de negócio, à imprensa, ao mundo dos esportes ou à educação moderna. Não somos diplomatas mas profetas, e nossa mensagem não é um acordo mas um ultimato.
Deus oferece vida, embora não se trate de um aperfeiçoamento da velha vida. A vida por Ele oferecida é um resultado da morte. Ela permanece sempre do outro lado da cruz. Quem quiser possuí-la deve passar pelo castigo. É preciso que repudie a si mesmo e concorde com a justa sentença de Deus contra ele.
O que isto significa para o indivíduo, o homem condenado quer encontrar vida em Cristo Jesus? Como esta teologia pode ser traduzida em termos de vida? É muito simples, ele deve arrepender-se e crer. Deve esquecer-se de seus pecados e depois esquecer-se de si mesmo. Ele não deve encobrir nada, defender nada, nem perdoar nada. Não deve procurar fazer acordos com Deus, mas inclinar a cabeça diante do golpe do desagrado severo de Deus e reconhecer que merece a morte.
Feito isto, ele deve contemplar com sincera confiança o salvador ressurreto e receber dEle vida, novo nascimento, purificação e poder. A cruz que terminou a vida terrena de Jesus põe agora um fim no pecador; e o poder que levantou Cristo dentre os mortos agora o levanta para uma nova vida com Cristo.
Para quem quer que deseje fazer objeções a este conceito ou considerá-lo apenas como um aspecto estreito e particular da verdade, quero afirmar que Deus colocou o seu selo de aprovação sobre esta mensagem desde os dias de Paulo até hoje. Quer declarado ou não nessas exatas palavras, este foi o conteúdo de toda pregação que trouxe vida e poder ao mundo através dos séculos. Os místicos, os reformadores, os revivalistas, colocaram aí a sua ênfase, e sinais, prodígios e poderosas operações do Espírito Santo deram testemunho da operação divina.
Ousaremos nós, os herdeiros de tal legado de poder, manipular a verdade? Ousaremos nós com nossos lápis grossos apagar as linhas do desenho ou alterar o padrão que nos foi mostrado no Monte? Que Deus não permita! Vamos pregar a velha cruz e conhecermos o velho poder.
 

Fonte: O Melhor de A. W. Tozer, Editora Mundo Cristão, pg 151 a 153.

domingo, 14 de março de 2010

Ansiedade

Arthur W. Pink


“Não andeis ansiosos de coisa alguma” — Filipenses 4:6.
A preocupação é tão definidamente proibida como o roubo. Isto necessita ser cuidadosamente ponderado e definidamente percebido por nós, para que não a escusemos como sendo uma inocente “debilidade”. Quanto mais estivermos convencidos da pecaminosidade da ansiedade, provavelmente mais rápido perceberemos que ela é muito desonrante a Deus, e “lutaremos contra” ela (Hebreus 12:4). Mas como devemos “lutar contra” ela?
Primeiro, suplicando ao Espírito Santo que nos conceda uma profunda convicção de sua enormidade. Segundo, fazendo dela um objeto de oração especial e fervorosa, para que possamos ser libertos deste mal. Terceiro, vigiando seu princípio; e, tão longo estejamos conscientes da perturbação da mente, tão logo detectemos o pensamento incrédulo, levantemos nosso coração a Deus e Lhe peçamos a libertação disso.
O melhor antídoto para a ansiedade é a freqüente meditação sobre a bondade, o poder e a suficiência de Deus. Quando o santo pode confiantemente perceber que “O Senhor é o Meu Pastor”, ele deve extrair a conclusão, “Nada me faltará!” Imediatamente após a nossa exortação lemos, “porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças”. Nada é grande demais e nada é pequeno demais para ser apresentado e lançado diante do Senhor. O “com ações de graças” é muito importante, todavia, este é o ponto no qual a maioria de nós falha. Ele significa que antes de recebermos a resposta de Deus, agradecemos-Lhe pela mesma: é a confiança do filho esperando seu Pai ser gracioso.
“Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes”. “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:25,33).
 

Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
Cuiabá-MT, 22 de Janeiro de 2005.

quarta-feira, 3 de março de 2010

A família em destaque

A IPB de Jucurutu todos os meses escolhe uma família para abençoar com orações durante todo o mês e no último sábado do mês é realizado um culto em ação de graças no lar da família escolhida. No domingo a família é convidada a vir a igreja. No mês de fevereiro foi a vez da família da irmã Nazaré no sítio Cacimbas, toda a igreja se deslocou para aquela comunidade para compartilhar com os irmãos esse momento tã especial na presença do Senhor.

O Propósito de Deus no Sofrimento

Herman Hoeksema

Hebreus 12:6, 11: “Porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a qualquer que recebe por filho ... E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.”
Há uma grande diferença entre punição e correção, que faremos bem guardar em mente quando o Senhor nos conduz a caminhos de doença e adversidade.
Há, em primeiro lugar, uma diferença com respeito ao motivo e razão para ambos. O motivo da punição é a justa ira de Deus contra o pecado; o motivo da correção é o seu amor eterno. “Porque o Senhor corrige a quem ama” (Hebreus 12:6).
Há uma diferença, também, com respeito ao propósito. O propósito do castigo é a vindicação da justiça; o propósito da correção é instrução e santificação: “Para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade” (Hebreus 12:10).
E assim, finalmente, há uma diferença com respeito ao resultado ou fim. O fim da punição é a morte eterna; o fim da correção é a glória eterna. Nosso Deus nunca pune seus filhos, pois Cristo suportou toda nossa punição sobre a cruz; mas ele os corrige, para que possam ser exercitados através disso (Hebreus 12:11).
Entendamos isto pela fé, e saibamos que ele sempre nos ama.
Para conforto adicional, leia:
1 Pedro 1:6-7: “Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.”
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto / felipe@monergismo.com

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