segunda-feira, 24 de março de 2014

Investindo a 400%


Certa noite, após ter concluído meu último culto, às dez horas, um pobre homem veio pedir-me que fosse orar por sua esposa, dizendo que ela estava moribunda. Concordei de imediato, e a caminho da casa dele perguntei-lhe por que não chamara o padre, posto que seu sotaque me indicava que ele era um irlandês. Segundo explicou, assim o fizera, mas o padre se recusara a vir sem o pagamento adiantado de dezoito pence, que o homem não possuía, porquanto a família estava passando fome.
Imediatamente ocorreu-me que todo o dinheiro que eu tinha neste mundo era uma solitária moeda de meia coroa; além disso, ainda que me esperasse em casa a tijela na qual eu usualmente ia buscar o meu jantar, e mesmo que havia o suficiente para meu desjejum na manhã seguinte, nada me restava para almoçar no outro dia.
O homem me levou por um miserável lance de escada até um destroçado quarto; e que visão se apresentou perante os nossos olhos! “Ah!”, pensei eu, “se eu tivesse dois xelins e seis pence, em lugar de meia coroa, quão alegremente eu lhes daria um xelim e seis pence!” Todavia, uma desgraçada incredulidade impediu-me de obedecer ao impulso de aliviar a aflição deles ao custo de tudo quanto eu possuía.
“Você pediu-me que viesse e orasse por sua esposa”, disse eu ao homem. “Ajoelhemo-nos e oremos”. E nos ajoelhamos. Mas, nem bem eu abrira meus lábios dizendo “Nosso Pai, que estás no céu”, a consciência me acusou dentro em mim: “Ousas zombar de Deus? Tens a coragem de te ajoelhares e de chamares a Deus de Pai, tendo meia coroa no bolso?” Tal foi o conflito que me assaltou, que nunca antes nem depois experimentei igual. Como consegui terminar aquela forma de oração, não sei; nem sei dizer se as palavras tinham nexo ou não; contudo, levantei-me dali com profunda angústia na mente. O pobre pai voltou-se para mim e disse: “O senhor está vendo a triste condição em que nos achamos; se pode ajudar-nos, ajude-nos pelo amor de Deus!” Foi nesse momento que brilharam em minha mente as palavras: “Dá-lhe o que te pede”. Enfiei a mão no bolso e retirei lentamente dali a moeda de meia coroa. Entreguei-a ao homem, dizendo-lhe que aquilo que eu vinha procurando dizer-lhe era realmente verdade – que Deus é mesmo um Pai, e que se pode confiar nEle. A alegria voltou completa ao meu coração. Dali por diante pude declarar toda a verdade com autêntico sentimento, e o empecilho para a bênção desaparecera – desaparecera para sempre, conforme confio.
Lembro-me bem de como naquela noite, quando me dirigia para casa, meu coração sentia-se tão leve quanto o meu bolso. Quando tomei minha tijela de mingau, antes de retirar-me para meu quarto, não a trocaria nem pelo banquete de um príncipe. Ao ajoelhar-me ao lado de meu leito, lembrei o Senhor, pela sua própria Palavra, que aquele que dá ao pobre empresta ao Senhor: roguei-Lhe que o meu empréstimo não fosse por muito tempo, pois doutro modo eu não teria o que almoçar no dia seguinte; então, sentindo paz interior e gozando de tranqüilidade, passei uma feliz noite de descanso.
Na manhã seguinte, minha tijela de mingau não faltou. Antes de terminá-la, ouviu-se o carteiro que batia à porta, e pouco depois a proprietária da pensão veio entregar-me um envelope, com a mão molhada coberta pelo avental. Pus-me a olhar para o envelope, mas não pude atinar de quem era a letra. Era a caligrafia de um estranho, ou uma caligrafia disfarçada, e o carimbo do correio estava borrado. De onde viera, eu não sabia dizer. Ao abrir o envelope, nada encontrei escrito; porém, dentro da folha de papel em branco havia um par de luvas. E, ao abri-las, para minha surpresa caiu meio soberano.
“Louvado seja o Senhor!” exclamei. “Quatrocentos por cento por um empréstimo de doze horas, é um ótimo lucro. Quão satisfeitos ficariam os negociantes de Hull, se pudessem emprestar seu dinheiro a uma taxa tão alta!” E naquele exato instante tomei a resolução de que um banco que não pode falir é que receberia as minhas economias ou proventos, conforme fosse o caso – uma determinação da qual até hoje não me arrependi.

Hudson Taylor (21 de maio de 1832 a 3 de junho de 1905) é conhecido como o "Pai das Missões Modernas", serviu 51 anos como missionário na China.
fonte: http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/197/Investindo_a_400


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Não percam!!!!!!!!!!!!!!



Não percam mais um grande evento da Igreja Presbiteriana  de Jucurutu, no próximo sábado, 15 de feveiro!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Ordenação Presbiterial do irmão Niedson

Ordenação com imposição de mãos



A Igreja Presbiteriana de Jucurutu viveu neste último domingo dia 24 de novembro mais um momento de alegria, a ordenação ao presbiterato do nosso irmão Niedson Bezerra Lopes. A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma igreja de estrutura eclesiástica conciliar e representativa, na qual o governo da igreja é feito através de concílios composto por representantes eleitos pelas igrejas para esse fim, os presbíteros.   
Pr. Andriel e o Presb Niedson
Conselho da Igreja Presbiteriana de Jucurutu

A IPB entende  que há uma distinção bíblica dentro do Presbiterato, entre os que são chamados prioritariamente à Palavra e os que são chamados à supervisão da Igreja; desse entendimento, surgiu a distinção entre "presbíteros docentes" e "presbíteros regentes" (1Tm 5.17). Os "presbíteros docentes" são os ministros da Palavra e dos sacramentos, simplesmente chamados de  "pastores", enquanto que os presbíteros regentes, comumente chamados apenas de  "presbíteros", ocupam-se prioritariamente do governo (At 20.28). Juntas, as duas categorias de presbíteros pastoreiam o rebanho do Senhor, zelando por sua fé e pureza. Portanto, vemos assim, que grande é a responsabilidade que irmão tem sobre si, que Deus venha abençoar o novo presbítero regente da Igreja Presbiteriana de Jucurutu, capacitando-o para toda boa obra.  


Presb Nieson, Lindalva e Nicolas 


domingo, 3 de novembro de 2013

A Grande Batalha


Todos os homens devem amar a paz. A guerra é um mal imenso, embora seja um mal necessário às vezes. As batalhas são acontecimentos sangrentos e angustiantes, apesar de que, as vezes as nações não podem manter os seus direitos sem as mesmas. Mas todos os homens devem amar a paz. Todos devemos orar por uma vida tranquila.

Tudo isso é verdade, e ainda há uma guerra que vale a pena lutar; há uma batalha que deveríamos estar sempre lutando. A batalha da qual falo é a batalha contra o mundo, a carne e o diabo. Com estes inimigos nunca devemos estar em paz; desta guerra homem nenhum deve procurar estar desencarregado, enquanto ele estiver vivo.

Leitor, dê-me sua atenção por alguns minutos, e eu vou lhe contar algo sobre a grande batalha.

Todo cristão é soldado de Cristo. Ele é chamado, através de seu batismo, a lutar na batalha de Cristo contra o pecado, o mundo e o diabo. O homem que não faz isso, quebra sua promessa: ele é inadimplente espiritualmente; não cumpre o compromisso feito por ele próprio. O homem que não faz isso, está praticamente renunciando ao Cristianismo. O fato de que ele pertence a uma Igreja, frequenta um lugar de adoração e chama a si mesmo de cristão, é uma declaração pública de que ele deseja ser reconhecido como um soldado de Jesus Cristo.

A armadura é fornecida para o cristão, somente se ele for usá-la. “Portanto, tomai toda a armadura de Deus”, diz Paulo aos Efésios, “estejam, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça e calçados os pés na preparação do evangelho da paz; tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.” (Efésios 6:13-17). E não menos importante, o cristão tem o melhor dos líderes, Jesus – o Capitão da salvação, através do qual podemos ser mais que vencedores e podemos ter o melhor das provisões, o pão e a água da vida, e o melhor pagamento prometido a nós,- um eterno peso de glória.

Tudo isso é remoto. Eu não quero me deter em explicá-las agora. O ponto em que eu quero chegar é esse: que, se você quer ser salvo, você não deve ser apenas um soldado, mas um soldado vitorioso.Você deve não apenas confessar lutar ao lado de Cristo contra o pecado, o mundo e o diabo, mas você deve, de fato, lutar e vencer.

Esta é a grande marca que distingue os verdadeiros cristãos. Alguns homens, talvez gostariam de se alistar no exército de Cristo; outros são preguiçosos e fracos na busca pela coroa da vida; mas só o verdadeiro cristão é quem faz o trabalho de um soldado. Somente ele conhece bem os inimigos de sua alma, verdadeiramente luta contra eles, e nessa batalha, os supera.

Leitor, uma grande lição que eu espero que você aprenda hoje é que, se você é nascido de novo e vai para o Céu, você será um soldado vitorioso de Cristo. Se você souber que não tem nenhum direito às promessas preciosas de Cristo, combaterá o bom combate pela causa de Cristo, e nessa luta, então você vencerá.

A vitória é a única evidência suficiente de que você tem uma religião salvadora. Você gosta de bons sermões, talvez; você respeita a Bíblia e até a lê ocasionalmente; você faz orações, noite e dia; você faz orações em família, e faz doações. E eu agradeço a Deus por isto; de fato, tudo isso é muito bom. Mas como vai a batalha? Como está o grande conflito em todo esse tempo? Você está superando o amor ao mundo e o medo do homem? Você está superando as paixões, o temperamento e as concupiscências do seu próprio coração? Você está resistindo ao diabo, e fazendo-o fugir de você? Como você está nessa questão? Meu querido irmão ou irmã, você deve se controlar, ou servir ao pecado e ao diabo e ao mundo. Não há meio termo. Ou você vence ou está perdido.

Eu sei bem que é uma dura batalha que você deve lutar, e eu quero que você saiba isso também. Você deve lutar o bom combate da fé, e suportar dificuldades, se quiser ter a vida eterna; você deve preparar a sua mente para uma luta diária, se quiser chegar ao Céu. Pode haver estradas curtas para o Céu inventadas pelo homem, mas o Cristianismo antigo, a velha e boa maneira, é o caminho da cruz: o caminho do conflito. O pecado, o mundo e o diabo devem estar realmente mortificados, resistidos, e superados.

Este é o caminho que os santos de antigamente pisaram, e deixaram seu registro nas alturas. Quando Moisés recusou os prazeres do pecado no Egito, e escolheu a aflição com o povo de Deus, isto foi superação: ele superou o amor ao prazer. Quando Miqueías se recusou a profetizar coisas agradáveis ​​ao rei Acabe, apesar de que ele sabia que seria perseguido se ele falasse a verdade – isto foi superação: ele superou o amor à vontade. Quando Daniel se recusou a desistir de orar, mesmo sabendo que a cova dos leões estava preparada para ele, isto foi superação: ele superou o medo da morte. Quando Mateus desprendeu-se do recebimento de impostos, por amor ao nosso Senhor, ele deixou tudo e O seguiu, isto foi superação: ele superou o amor ao dinheiro. Quando Pedro e João se levantaram corajosamente perante o Conselho e disseram: “Nós não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido”, isto foi superação: eles superaram o medo do homem. Quando Saulo, o fariseu, desistiu de todas as suas perspectivas de honra entre os Judeus, e pregou sobre aquele Jesus, a quem ele mesmo, havia perseguido – isso foi superação: ele superou o amor ao louvor dos homens.

Leitor, o mesmo tipo de coisa que estes homens fizeram você também deve fazer, se você quer ser salvo. Eles eram homens com as mesmas paixões que vocês, e ainda assim eles as superaram; eles tinham tantas provações quantas qualquer um de vocês pode ter, e mesmo assim eles venceram. Eles lutaram, combateram, se esforçaram muito; você deve fazer o mesmo.

Qual foi o segredo da vitória deles? Sua fé. Eles acreditaram em Jesus, e acreditando, eles foram fortalecidos. Eles acreditaram em Jesus, e acreditando, foram levantados. Em todas as suas batalhas eles mantiveram seus olhos em Jesus, e Ele nunca os deixou ou abandonou. Eles venceram pelo sangue do Cordeiro, e pela palavra de Seu testemunho, e assim você também pode vencer.

Leitor, eu coloco essas verdades diante de você: peço-lhe para deixá-las ir ao coração. Decida, pela graça de Deus, ser um cristão melhor. Eu temo por muitos cristãos professos: Eu não vejo neles nenhum sinal de luta, muito menos de vitória; pois eles nunca venceram uma batalha ao lado de Cristo. Eles estão em paz com seus inimigos: eles não têm nenhuma briga com o pecado. Leitor, eu advirto-lhe, isso não é cristianismo: este não é o caminho para o céu.

Homens e mulheres que ouvem o Evangelho regularmente, eu geralmente temo muito por vocês. Temo que vocês se tornem tão familiarizados com as doutrinas do evangelho, que insensivelmente vocês se tornem mortos para o poder dele. Temo que a sua religião afunde em uma conversa vaga sobre sua própria fraqueza e corrupção, e algumas expressões sentimentais a respeito de Cristo, enquanto a prática real de lutar ao lado de Cristo seja completamente negligenciada. Oh, cuidado com este estado de espírito! “Sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes.” Sem vitória – sem coroa! Lutar e vencer!

Jovens, homens e mulheres, e especialmente aqueles que foram educados em famílias religiosas, temo muito por vocês. Temo que vocês tenham o hábito de dar lugar a toda tentação. Temo que vocês tenham medo de dizer “Não!” ao mundo e ao diabo, – e quando os pecadores te quiserem seduzir, vocês achem que é menos problema consentir. Cuidado, eu imploro a vocês, não dêem lugar. Cada concessão vai fazer vocês mais fracos. Vão pelo mundo decididos a lutar na batalha de Cristo, e lutem nesse caminho.
Crentes no Senhor Jesus, de cada Igreja e classe de vida, eu sinto muito por vocês. Eu sei que o curso de vocês é difícil: eu sei que é uma batalha árdua que vocês têm que lutar; eu sei que vocês muitas vezes são tentados a dizer: “É inútil”, e abaixar suas armas completamente.

Animem-se, queridos irmãos e irmãs: confortem-se, peço-lhes; olhem para o lado bom de sua posição. Sejam encorajados a lutar: o tempo é curto, o Senhor está bem perto, a noite já foi gasta. Milhões tão fracos quanto vocês lutaram a mesma luta, nem um sequer, de todos aqueles milhões, foram levados cativos por Satanás. Poderosos são os seus inimigos, mas o Capitão de sua salvação é mais forte ainda: Seu braço, Sua graça e Seu Espírito devem segurá-los. Animem-se: não sejam derrubados.

E se vocês perderem uma batalha ou duas? Vocês não devem perder todas. E se vocês enfraquecerem algumas vezes? Vocês não devem ficar abatidos. E se vocês cairem sete vezes? Vocês não devem ser destruídos. Vigiem contra o pecado, e o pecado não terá domínio sobre vocês. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Saiam corajosamente do mundo e o mundo será obrigado a deixá-los ir. No final, vocês devem encontrar-se mais do que vencedores: você devem superar.

Leitor, deixe-me tirar de todo o assunto algumas palavras de aplicação, e então eu terei terminado.

Por um lado, deixe-me avisar a todos os legalistas e hipócritas que tomem cuidado para que não sejam enganados. Vocês gostam de achar que vão para o céu porque vocês vão regularmente à igreja; vocês têm uma expectativa de vida eterna, porque vocês estão sempre à mesa do Senhor, e nunca faltam em seus bancos na igreja. Mas onde está o seu arrependimento? Onde está a fé de vocês? Onde estão suas evidências de um novo coração? Onde está a obra do Espírito? Onde estão as provas de que vocês estão lutando a grande batalha? Oh, cristãos formais, considerem estas questões! Tremam: tremam, e se arrependam.

Por outro lado, deixe-me avisar todos os membros descuidados das Igrejas para tomar cuidado para que não desperdicem suas almas no inferno. Vocês vivem ano após ano como se não houvesse nenhuma batalha a ser travada contra o pecado, o mundo e o diabo; vocês passam pela vida sorrindo, gargalhando, como cavalheiros ou damas, e se comportam como se não houvesse diabo, céu ou inferno. Oh, “homem da igreja” descuidado, ou dissidente descuidado, Episcopal descuidado, Presbiteriano descuidado, Independente descuidado, Batista descuidado, despertem e vejam as realidades eternas na sua verdadeira luz! Acordem, e vistam a armadura de Deus! Acordem, e lutem duro pela vida! Tremam: tremam, e se arrependam.

Leitor, a grande batalha deve ser combatida por todos os que querem ser salvos. E mais do que isso, ela deve ser vencida.


FONTE:
Traduzido de http://www.biblebb.com/files/ryle/great_battle.htm
Original em inglês: The Great Battle
Tradução: Patrícia Geiger e Hellen Rodrigues
Revisão: Armando Marcos
http://www.projetoryle.com.br/a-grande-batalha/#more-363

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Festa da Colheita 2013: Sucesso para a Glória de Deus



Templo da Igreja Presbiteriana



Ocorreu no 03 de agosto do ano em curso, a terceira edição da Festa da Colheita. Essa festa organizada pela Igreja Presbiteriana de Jucurutu, estende o seu sucesso para além do meio evangélico, já virando tradição na cidade de Jucurutu. O evento é uma ocasião de ações de graças ao Senhor pelas suas dádivas, uma oportunidade de comunhão entre irmãos e amigos, além de uma oportunidade angariação de recursos para a obra do Senhor. Em anos anteriores, a referida festa ocorreu no Club ACEJ, sendo esta a primeira vez que o local escolhido foi o salão de eventos da Igreja, Rua Joaquim de Félix 81, Bairro Bela Vista; o que foi aprovado pelo público, composto de evangélicos e não evangélicos da cidade, bem como de caravanas oriundas de cidades vizinhas. Para ver mais fotos:https://plus.google.com/photos/116816802328242468055/albums/5908431705356019873?authkey=COWdgMrtxvDybA

Decoração
Da esquerda para direita: Pr. Wilson (Caicó), Pr. Andriel (Jucurutu) e Diác. Elizeu (Caicó)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

JESUS CRISTO, O UNGIDO



Por todo o Novo Testamento, nós encontramos muitos títulos para Jesus de Nazaré—"Filho de Deus", "Filho do Homem", "Senhor", entre outros. No entanto, o título que é mais frequentemente dado a Jesus no Novo Testamento é aquele que nos é familiar, mas que nós não entendemos bem. É o título de "Cristo".
Por que eu digo que nós não entendemos bem esse título? Eu digo isso porque "Cristo" é utilizado tantas vezes em conjunto com o nome "Jesus", que temos a tendência de pensar que esse é o seu sobrenome. No entanto, "Cristo" não é um sobrenome para Jesus. Ele teria sido conhecido como "Jesus Bar-José", que significa "Jesus, filho de José". Ao invés disso, "Cristo" é o título supremo de Jesus. Mas o que isso significa?
O significado de Cristo é tirado do Antigo Testamento. Deus prometeu aos antigos israelitas que o Messias viria para libertá-los do pecado. A ideia do Messias é transportada para o Novo Testamento com o título de Cristo. A palavra grega Christos, de onde nós obtemos a palavra Cristo, em português, é a tradução do termo hebraico Mashiach, que é a fonte para a palavra Messias, em português. Mashiach, por sua vez, está relacionada com o verbo hebraico masach, que significa "ungir". Portanto, quando o Novo Testamento fala de Jesus Cristo, ele está dizendo "Jesus, o Messias", que significa literalmente "Jesus, o Ungido".
Nos tempos do Antigo Testamento, as pessoas eram ungidas quando chamadas para servirem como profeta, sacerdote ou rei. Por exemplo, quando Saul foi o primeiro rei de Israel, o profeta Samuel ungiu sua cabeça com óleo, de forma cerimonial (1 Samuel 10:1). Este rito religioso foi realizado para mostrar que o rei de Israel tinha sido escolhido e capacitado por Deus para o reinado. Da mesma forma, os sacerdotes (Êxodo 28:41) e profetas (1 Reis 19:16) foram ungidos segundo o mandamento de Deus. Em certo sentido, qualquer um no Antigo Testamento que tenha sido separado e consagrado para servir era um messias, por ter recebido uma unção.
Mas o povo de Israel ansiava por aquele indivíduo prometido que era para ser, não apenas um messias, mas o Messias, Aquele que seria separado e consagrado por Deus de forma suprema para ser o Profeta, Sacerdote e Rei do povo. Assim sendo, no momento em que Jesus nasceu, existia uma grande expectativa entre os judeus que haviam esperado pelo Messias durante séculos.
Surpreendentemente, quando Jesus começou o seu ministério público, poucos o reconheceram por quem ele era, apesar das muitas evidências de que ele possuía uma unção de Deus que ultrapassou em muito aquela que repousara sobre qualquer outro homem. Sabemos que houve uma grande confusão a seu respeito, mesmo depois dele haver ministrado por algum tempo. Em um ponto, Jesus perguntou aos seus discípulos: "Quem diz o povo ser o Filho do Homem?" (Mateus 16:13 b). Ele estava analisando a sua cultura, verificando os rumores sobre si mesmo. Em resposta à pergunta de Jesus, os discípulos enumeraram vários pontos de vista que estavam sendo apresentados: "Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas" (versículo 14). Jesus estava sendo identificado com todos os tipos de pessoas, mas nenhuma dessas especulações estava correta.
Em seguida, Jesus perguntou aos discípulos: "Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou?" (versículo 15b). Pedro respondeu com o que é conhecido como a grande confissão, uma declaração de sua crença sobre a identidade de Jesus: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (versículo 16). Com essas palavras, Pedro declarou que Jesus era o Christos, o Mashiach, o Ungido.
Então Jesus disse algo interessante. Ele disse a Pedro que este era abençoado por ter aquela compreensão da identidade de Jesus. Por que ele disse isso? Jesus explicou: "porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus" (versículo 17). Pedro havia recebido uma revelação divina de que Jesus era o Messias, não era algo que ele havia discernido pela sua própria capacidade. Novamente, isso me deixa maravilhado, porque alguém poderia pensar que quase todo mundo que encontrou Jesus o tenha reconhecido imediatamente como o Messias. Afinal, não há falta de informação no Antigo Testamento sobre a vinda do Messias—onde ele nasceria, como ele se comportaria e que poder ele manifestaria— e todos podiam ver o que Jesus estava fazendo—ressuscitando pessoas dentre os mortos, curando todos os tipos de doenças e ensinando com grande autoridade. Mas, é claro, eles não o reconheceram. A unção de Jesus não era imediatamente aparente.
Muitas pessoas hoje em dia têm coisas positivas a dizer sobre Jesus como um modelo de virtude, um grande mestre e assim por diante, mas eles não chegam a dizer que ele é o Messias. Esta é a grande diferença entre cristãos e não cristãos. Só quem nasceu de novo pode confessar que Jesus é o Cristo. Você pode?
 
R. C. Sproul nasceu em 1939, no estado da Pensilvânia. É ministro presbiteriano, pastor da Igreja St. Andrews Chapel, na Florida; fundador e presidente do ministério Ligonier, professor e palestrante em seminários e conferências; autor de dezenas de livros, vários deles publicados em português; possui um programa de rádio chamado: Renove sua Mente, o qual é transmitido para uma grande audiência nos EUA e para mais de 60 outros países; Suas graduações incluem passagem pelas seguintes universidades e centros de estudos teológicos: Westminster College, Pennsylvania, Pittsburgh Theological Seminary, Universidade livre de Amsterdã e Whitefield Theological Seminary. É casado com Vesta Ann e o casal tem dois filhos, já adultos.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O Mundo Passa




As coisas que vemos são temporais. O nosso mundo está perecendo, e não temos aqui qualquer morada permanente. Em poucos anos (e talvez sejam muito poucos), todas as coisas deste mundo serão mudadas. Em poucos anos (e talvez sejam muito poucos), o Senhor retornará, a última trombeta ressoará, e a grande sentença será pronunciada sobre cada um dos filhos dos homens.

Existe um mundo que não passa. É sobremodo glorioso; chama-se a “herança dos santos na luz”. Ela resplandece com o amor de Deus e com o gozo dos céus. “O Cordeiro é a sua lâmpada.” Suas portas são constituídas de pérolas e estão sempre abertas. E, à medida que contamos aos homens sobre esta maravilhosa cidade, nós os convidamos a entrarem nela.

O livro de Apocalipse nos fala sobre a história das vaidades da terra: “Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada. E a voz de harpistas, de músicos, de tocadores de flautas e de clarins jamais em ti se ouvirá, nem artífice algum de qualquer arte jamais em ti se achará” (Ap 18.21,22).

Esse é o dia que está por vir sobre o mundo, e essa é a condenação que paira sobre a terra — uma condenação prevista nos desastres financeiros, que com freqüência produzem tristezas em muitos corações e desolação em muitos lares.

Sabemos a respeito de um ministro do evangelho que faleceu há mais de duzentos anos. Ele viveu até quase aos oitenta anos. Viajou diversas vezes da América para a Inglaterra e vice-versa. Esse ministro faleceu em Boston, cheio de amor e de fé. Na noite anterior à sua morte, enquanto se encontrava silencioso na cama, sua filha lhe perguntou como ele estava. Ele levantou as suas mãos e, com seus lábios moribundos, disse: “Coisas que perecem, coisas que perecem!” Ele repetiu estas solenes palavras e, referindo-se ao mundo com todas as suas vaidades, nas quais os homens põem seus corações, afirmou: “Coisas que perecem!”

“O mundo passa” — esta é a nossa mensagem.

Assim como o sonho de uma noite. Deitamos na cama, para repousar, adormecemos e sonhamos. Acordamos pela manhã. E, vejam, desaparece tudo que em nosso sonho parecia tão agradável e tão permanente! Assim também o mundo passa rapidamente. Ó filho da mortalidade, você não tem um mundo mais glorioso do que este?

Assim como a névoa da manhã. A noite traz a névoa sobre os montes; o vapor cobre os vales; o sol aparece, e tudo se vai — os vales e os montes estão visíveis novamente. Assim também o mundo passa, e não pode ser mais visto. Ó homem, você abraçará um mundo como este? Você se deitará sobre uma névoa e dirá: “Este é o meu lar”?

Assim como uma sombra. Não existe nada mais irreal do que uma sombra. Ela não possui substância, essência. Ela é escura, é uma figura, possui mobilidade — isto é tudo! Assim também é o mundo. Ó homem, você correrá ansiosamente atrás de uma sombra? O que uma sombra pode fazer por você?

Assim como uma onda do mar. Ela se levanta, cai e nunca mais aparece. Essa é a história de uma onda. Essa é a história do mundo. Ó homem, você fará de uma onda o seu quinhão? Você não possui um travesseiro melhor do que esse, onde possa deitar a sua cabeça fatigada? Esse é um mundo infeliz para o coração do homem amar, para uma alma imortal com ele se encher!

Assim como o arco-íris. O sol reflete as suas cores através de uma nuvem, e, por alguns minutos, tudo é lindíssimo. Mas, a nuvem se retira, e toda a beleza desaparece. Assim é o mundo. Com toda a sua beleza e sua glória; com todas as suas honras e seus prazeres; com toda a sua alegria e sua loucura; com toda a sua pompa e sua luxúria; com todas as suas orgias e suas desordens; com todas as suas esperanças e suas bajulações; com todo o seu amor e seus sorrisos; com todas as suas canções e seu esplendor; com todas as suas jóias e seu ouro, o mundo passa. E a nuvem que refletia o arco-íris não o reflete mais, de maneira alguma. Ó homem, é um mundo que passa como este que você tem por sua herança?

Assim como uma flor. Bonitas, muito bonitas; cheirosas, muito cheirosas são as flores de verão. Mas elas murcham. Assim também desaparece o mundo de diante dos nossos olhos. Enquanto estamos contemplando-o e admirando-o, ele desaparece! Nenhum resquício permanece de todo o encanto; resta apenas um pequeno grão de poeira! Ó homem, você pode nutrir-se de flores? Você pode estar morrendo de amores por aquilo que dura apenas por uma hora? Você foi criado para a eternidade; somente as coisas eternas podem ser a sua herança ou o seu lugar de descanso. As coisas que desaparecem com o seu uso tão-somente zombam de suas aspirações e não podem satisfazê-lo; e, ainda que pudessem fazer isso, elas não permanecem. A mortalidade caracteriza tudo neste mundo; a imortalidade é inerente às coisas do mundo por vir — os novos céus e a nova terra, nos quais habita a justiça.

Assim como um barco. Com todas as suas velas levantadas, e a brisa refrescante soprando, o barco se aproxima e se coloca ao alcance de nossos olhos, passa diante deles e, em seguida, desaparece. Assim também surge, passa e desaparece este mundo e tudo o que ele contém. Permanece somente algumas horas diante de nossos olhos; depois, vai embora! O imenso oceano sobre o qual o barco navegou com tanta calma ou com tantas intempéries, não deixa nenhum resquício de toda a vida, ou movimento, ou beleza que passavam sobre ele! Ó homem, este mundo que desaparece é o seu único lugar de habitação? Todos os seus tesouros, suas esperanças, suas alegrias se encontram neste mundo? Onde estarão essas coisas quando você descer à sepultura? Ou onde estará você quando essas coisas forem deixadas aqui e você não entrar no gozo de toda a herança que poderia ter durante toda a eternidade? Por melhor que seja, esta é uma herança infeliz, e a sua curta duração torna-a ainda mais infeliz. Ó homem, escolha a melhor parte, que não lhe será tirada!

Assim como uma tenda no deserto! Aqueles que já viajaram pelas terras da Arábia sabem o que isto significa. No pôr-do-sol, uma pequena mancha branca parece surgir da terra árida. É a tenda de um viajante. Quando a manhã desponta, a tenda desaparece. A tenda e o seu habitante vão embora. O deserto continua tão solitário quanto antes. Assim é o mundo. Hoje ele se mostra; amanhã, ele desaparece. Ó homem, nascido de mulher, este é o seu lugar de permanência e o seu lar? Você dirá a respeito dele: “Este é o meu descanso”, quando lhe falamos que existe um descanso, um descanso eterno, para o povo de Deus?

O mundo passa — esta é uma mensagem do céu. Toda a carne é erva; e toda a bondade, como a flor da erva.

O mundo passa. Mas Deus vive para sempre. Ele existe de eternidade a eternidade. Ele é o Rei eterno e imortal.

O mundo passa. Mas o homem é imortal. A eternidade se encontra diante de cada filho de Adão durante todos os dias de sua vida. O homem estará na luz ou nas trevas para sempre! Em gozo ou em tristeza para sempre!

O mundo passa. E depois? Esta é uma pergunta que deve causar profundo interesse no homem. Se o mundo tem de passar, e o homem, viver para sempre, é muito importante que saibamos onde estaremos e o que seremos para sempre! Um médico famoso, procurando consolar um paciente desanimado, disse-lhe: “Trate a vida como um jogo”. Este foi um conselho ímpio, pois a vida não é um jogo, assim como o tempo não é um brinquedo de criança, para ser jogado fora. A vida neste mundo é o começo da vida que não termina; e o tempo é a porta da eternidade.

E depois? Ó homem, você tem de assegurar-se de que possui um lar naquele mundo para o qual em breve você irá. Você não deve sair de sua tenda sem ter certeza da habitação na cidade que tem fundamentos, cujo arquiteto e construtor é Deus. Quando você tiver feito isso, poderá descansar em paz no seu leito de morte. Até que você tenha feito isso, não poderá viver nem morrer em paz. Uma pessoa que teve uma vida mundana finalmente terá de morrer e, quando ele tiver que deixar este mundo, pronunciará estas palavras terríveis: “Estou morrendo, e não sei para onde estou indo”. Outra pessoa, em circunstância semelhante, clama: “Estou a apenas uma hora da eternidade, e tudo é trevas”. Ó homem, é tempo de acordar!

“Como eu posso ter certeza?” — você pergunta. Há muito tempo Deus respondeu esta pergunta. E sua resposta está gravada para todas as épocas — “Crê no Senhor Jesus e serás salvo”.

“Crê no Senhor Jesus! Eu sempre fiz isto” — você afirma. Se isto fosse realmente verdade, então, assim como o Senhor Jesus vive, assim também você seria um homem salvo. Mas a sua afirmação é realmente verdadeira? A sua vida tem sido a de uma pessoa salva? É certo que não. Tem sido uma vida completamente dedicada ao efêmero. Portanto, assim como o Senhor Deus de Israel vive, e assim como vive a sua alma, você ainda não creu e não está salvo.

“Eu não tenho de fazer qualquer obra neste grande assunto de receber meu perdão?” Nenhuma. Que obra você pode realizar? Que obra excelente é capaz de conseguir o perdão e tornar você pronto para receber o favor divino? Que obra Deus ordenou que você realize, a fim de obter a salvação? Nenhuma. A Palavra de Deus é muitíssimo clara e fácil de ser entendida: “Ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Rm 4.5).

Existe apenas uma obra por meio da qual um homem pode ser salvo. Essa obra não é uma realização humana, e sim a obra do Filho de Deus. É uma obra completa — da qual nada pode ser retirado ou acrescentado —, apresentada por Ele mesmo a você, a fim de que você possa beneficiar-se dela e ser salvo.

“Posso me beneficiar dessa obra tal como eu sou?” Sim. Deus a colocou diante de você. E recebê-la para si mesmo, como único fundamento de sua esperança eterna, é a única maneira de você honrá-la. Nós honramos ao Pai quando concordamos em ser salvos por intermédio da obra completa realizada por seu Filho. E honramos o Filho quando concordamos em apropriar-nos de sua obra completa no lugar de nossas próprias obras. E honramos o Espírito Santo, cujo ofício consiste em glorificar a Cristo, quando ouvimos o que Ele nos diz sobre aquela obra consumada “de uma vez por todas” na cruz.

O perdão vem por meio de Jesus Cristo, homem, que é Filho de Deus e Filho do Homem! Essa é a nossa mensagem. O perdão por meio da única obra que remove os pecados, a qual o Senhor Jesus realizou em favor dos pecadores, na terra. O perdão para os piores, os mais ímpios e os mais distantes do Pai que se encontram neste mundo. O perdão do tipo mais amplo, mais profundo e mais completo; sem qualquer limite, exceção, possibilidade ou condição de ser revogado! O perdão gratuito e imerecido — tão gratuito quanto o amor de Deus, quanto o dom de seu Filho amado. O perdão espontâneo e irrestrito — oferecido com sinceridade e regozijo, assim como o perdão do pai que se lançou ao pescoço do filho pródigo! O perdão simplesmente por meio do crer em Jesus, pois através dEle “todo o que crê é justificado de todas as coisas” (At 13.39).

A salvação poderia ser ainda mais gratuita? O perdão poderia estar ainda mais perto de nós? Deus poderia, de alguma outra maneira, demonstrar mais plenamente seu ardente desejo de que você não perca a sua alma e de que seja salvo — de que você não pereça, e sim de que viva?

Na cruz, há salvação — em nenhum outro lugar. Nenhum falhar das esperanças deste mundo pode apagar a esperança que a cruz nos revela. Ela brilha mais intensamente no dia mau. No dia de perspectivas que nos abatem, de aflições intensas, de fardos pesados e de inquietações que nos oprimem — quando nossos amigos se retiram; quando as riquezas se desfazem, quando as enfermidades nos afligem, quando a pobreza nos bate à porta — então, a cruz resplandece e fala sobre uma luz que ultrapassa as trevas deste mundo, a luz dAquele que é a Luz do Mundo.


Horatius Bonar (1808 - 1889) é conhecido como o "príncipe dos escritores escoceses de hinos". Após graduar-se na Universidade de Edimburgo em 1838, tornou-se pastor em North Parish, Kelso. Juntou-se à Igreja [Presbiteriana] Livre da Escócia após o "rompimento" de 1843 e por algum tempo editou a publicação da igreja, The Border Watch. Bonar permaneceu em Kelso por 28 anos, depois mudou para a Chal­mers Me­mor­i­al Church em Edimburgo, onde serviu até o fim de sua vida. Ele escreveu mais de 600 hinos, muitos deles presentes em vários hinários, de várias igrejas e de várias línguas, o Hinário Novo Cântico (IPB) possui alguns deles.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Final de Ano na Igreja Presbiteriana de Jucurutu

A Igreja Presbiteriana de Jucurutu despediu-se de 2012 com o seu tradicional Culto de Virgília. Nele,  rendemos graças a Deus pela Sua provisão durante o ano passado e recebemos o ano de 2013 num clima de fé, esperança e amor. Nesse ensejo de renovação, foram celebrados os sacramentos do Batismo e da Ceia do Senhor, tendo sido recebidos à plena comunhão da Igreja os irmãos: Vítor Gustavo, Mariluce, Fernando e Laudecí. Destacou-se naquela celebração um fato raro - um filho batizando a sua mãe - pois, a neófita irmã Laucecí é a progenitora do Pr. Andriel. Com certeza, muitas bençãos virão durante o ano de 2013!


Mesa do Senhor


Profissão de Fé

Batismo de Vítor Gustavo

Rev. Andriel batizando a sua progenitora

Irmã Mariluce, uma vida resgatada do alcolismo.

Batismo de Mariluce 

Batismo de Fernando

Pr. Andriel Cleber


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Por que eu creio na Bíblia?


Eu creio na Bíblia porque ela é totalmente fiel e confiável quanto à sua origem, conteúdo e propósito. Ela vem de Deus, revela Deus e chama o homem de volta para Deus. O homem não é o centro da Bíblia; Deus é. A Bíblia é o livro dos livros. Concebida no céu, nascida na terra; inspirada pelo Espírito de Deus, escrita por homens santos de Deus; proclamada pela igreja, crida pelos eleitos e perseguida pelo mundo. A Bíblia é o livro mais lido no mundo, mais amado no mundo e o mais perseguido no mundo. Destaco três verdades axiais sobre a Bíblia:

Em primeiro lugar, quanto à sua origem, afirmamos categoricamente que a Bíblia procede de Deus. A Bíblia não foi concebida no coração do homem, mas no coração de Deus. Não procede da terra, mas do céu. Não é produto da lucubração humana, mas da revelação divina. Muito embora homens santos foram chamados para escrever a Bíblia, e nesse processo Deus não anulou a personalidade deles nem desprezou o conhecimento deles, o conteúdo da Escritura é inerrante. O próprio Deus revelou seu conteúdo e assistiu os escritores para que registrassem com fidelidade seu conteúdo. A Bíblia não é palavra de homens, mas a Palavra de Deus. É digna de inteira confiança, pois é inerrante quanto a seu conteúdo, infalível quanto às suas profecias e suficiente quanto a seu conteúdo.

Em segundo lugar, quanto ao seu conteúdo, afirmamos confiadamente que a Bíblia fala sobre Deus e sua oferta de salvação. Só conhecemos a Deus porque ele se revelou. Revelou-se de forma geral na obra da criação e de forma especial em sua Palavra. É verdade que os céus proclamam a glória de Deus e toda a terra está cheia de sua bondade. É verdade que podemos encontrar as digitais do criador em todo o vasto universo. Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos. Porém, conhecemos acerca de seu plano redentor através das Escrituras. A salvação é um plano eterno de Deus. Mesmo nos refolhos da eternidade, o Pai, o Filho e o Espírito, o Deus Triúno, planejou nossa salvação. Nesse plano, o Pai escolhe para si um povo e envia o Filho ao mundo para redimi-lo. Jesus faz-se carne. Veste pele humana, vive entre os homens, cumpre cabalmente a lei, satisfaz a justiça divina e como nosso representante e substituto leva sobre si nossos pecados sobre a cruz e morre vicariamente, pagando nossa dívida e adquirindo para nós eterna redenção. Completando a obra da salvação, o Espírito Santo aplica, de forma eficaz, a obra de Cristo no coração dos eleitos, de tal forma que aqueles que Deus predestina, também os chama e aqueles a quem chama, também os justifica e aos que justifica, também os glorifica. É impossível, portanto, que aqueles que foram eleitos por Deus Pai, remidos pelo Deus Filho e regenerados e selados pelo Espírito Santo pereçam eternamente. O mesmo Deus que começou a boa obra em nós, completá-la-á até o dia de Cristo Jesus.

Em terceiro lugar, quanto ao seu propósito, afirmamos indubitavelmente que a Bíblia visa a glória de Deus e a redenção do pecador. A Bíblia não é um livro antropocêntrico; é teocêntrico. Seu eixo central não é o homem, mas Deus. Seu propósito não é exaltar o homem, mas promover a glória de Deus. Não é mostrar quão grande o homem é, mas quão gracioso é Deus. A história da redenção é a mais bela história do mundo. Fala de como Deus nos amou, estando nós mortos em nossos delitos e pecados. Fala de como Deus nos resgatou estando nós prisioneiros no cativeiro do pecado. Fala de como Deus nos libertou estando nós no império das trevas, na casa do valente, dominados pelo príncipe da potestade do ar. Nossa redenção tem como propósito maior a manifestação da glória de Deus e o nosso prazer nele. Concluo, portanto, com a conhecida afirmação de John Pipper: “Deus é tanto mais glorificado em nós, quanto mais nós nos deleitamos nele”.
Por Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 26 de julho de 2012

II FESTA DA COLHEITA DA IGREJA PRESBITERIANA DE JUCURUTU

A IGREJA PRESBITERIANA DE JUCURUTU TEM A HONRA DE CONVIDA-LOS PARA NOSSA II FESTA DA COLHEITA, SERÁ UMA NOITE DE MUITA CELEBRAÇÃO, COM VENDA DE COMIDAS TÍPICAS, MONTE SUA CARAVANA E VENHA SE ALEGRAR CONOSCO, SERÁ DIA 04 DE AGOSTO NO CLUBE ACEJ, ÀS 19:00.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O Justo Viverá Pela Fé



Por: Samuel Vitalino
Habacuque sofreria muito se vivesse nos nossos dias. Suas súplicas a Deus por Justiça frente ao viver impiedoso do seu próprio povo deve nos fazer orar como ele orou, pedindo que Deus aja mesmo contra o seu povo, para que este possa acordar da letargia e fraqueza moral com que vive.

Por mais surpreendente que tenha sido, a resposta de Deus ao profeta dizendo que mandaria um povo ímpio para escarnecer do seu próprio povo parece também ter cumprimento nos nossos dias. Somos, como ‘evangélicos’ motivo de piadas e chacotas por causa dos falsos crentes e líderes que embaralham a mente do mundo e envergonham o evangelho.

Mas como devemos, os crentes, perceber todo esse engano que o falso cristianismo tem mostrado? Deus disse a Habacuque que escrevesse numa tábua de pedra (igualzinho aos 10 mandamentos) qual seria o centro da sua mensagem: O justo viverá pela fé.

Aprendendo a lição, o profeta declarou que se tudo na vida acabasse, a figueira não florescesse, a oliveira murchasse, os currais ficassem vazios, ainda assim ele se alegraria em Deus e na sua salvação.

Será que esse evangelho pode ser pregado como suficiente?

Se tudo o que der prazer ao leitor: família, emprego, estabilidade e o que mais você puder pensar for requerido de você hoje, você precisa entender que viver pela fé é, ainda nas piores circunstâncias, poder dizer: ainda assim eu me alegro no Deus da minha salvação.

Parece diferente do que você vê na TV? Mas esse é o evangelho daquele que nos chamou assim: Quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.


Esse é um convite irrecusável!

Fonte: E a Bíblia com isso?

quarta-feira, 27 de junho de 2012

A loucura do evangelho ou a loucura dos evangélicos?


Por : Augustus Nicodemus
O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios que a palavra da cruz é loucura para a mente carnal e natural, para aqueles que estão perecendo (1Co 1:18, 21, 23; 2.14; 3.19). Ele mesmo foi chamado de louco por Festo quando lhe anunciava esta palavra (Atos 26.24). Pouco antes, ao passar por Atenas, havia sido motivo de escárnio dos filósofos epicureus e estóicos por lhes anunciar a cruz e a ressurreição (Atos 17:18-32). O Evangelho sempre parecerá loucura para o homem não regenerado. Todavia, não há de que nos envergonharmos se formos considerados loucos por anunciar a cruz e a ressurreição. Como Pedro escreveu se formos sofrer, que seja por sermos cristãos e não como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outros (1Pedro 4.15-16).

Nesta mesma linha, na carta que escreveu aos coríntios, o apóstolo Paulo, a certa altura, pede que eles evitem parecer loucos: "Se, pois, toda a igreja se reunir no mesmo lugar, e todos se puserem a falar em outras línguas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, não dirão, porventura, que estais loucos?" (1Co 14:23). Ou seja, o apóstolo não queria que os cristãos dessem ao mundo motivos para que nos chamem de loucos a não ser a pregação da cruz.

Infelizmente os evangélicos - ou uma parte deles - não deu ouvidos às palavras de Paulo, de que é válido tentarmos não parecer loucos. Existe no meio evangélico tanta insensatez, falta de sabedoria, superstição, coisas ridículas, que acabamos dando aos inimigos de Cristo um pau para nos baterem. Somos ridicularizados, desprezados, nos tornamos motivo de escárnio, não por que pregamos a Cristo, e este crucificado, mas pelas sandices, tolices, bobagens, todas feitas em nome de Jesus Cristo.

O que vocês acham que o mundo pensa de uma visão onde galinhas falam em línguas e um galo interpreta falando em nome de Deus, trazendo uma revelação profética a um pastor? Podemos dizer que o ridículo que isto provoca é resultado da pregação da cruz? Ou ainda, o pastor pião, que depois de falar línguas e profetizar, rodopia como resultado da unção de Deus? Ou ainda, a "unção do leão" supostamente recebida da parte de Deus durante show gospel, que faz a pessoa andar de quatro como um animal no palco?

Eu sei que vão argumentar que Deus falou através da burra de Balaão, e que pode falar através de galináceos ungidos. Mas, a diferença é que a burra falou mesmo. Ninguém teve uma visão em que ela falava. E deve ter falado na língua de Balaão, e não em línguas estranhas. Naquela época faltavam profetas - Deus só tinha uma burra para repreender o mercenário Balaão. Eu não teria problemas se um galinheiro inteiro falasse português na falta de homens e mulheres de Deus nesta nação. Mas não me parece que este é o caso.

Sei que Deus mandou profetas andarem nus e profetizarem e fazerem coisas estranhas como esconder cintos de couro para apodrecerem. E ainda mandou outros comerem mel silvestre e gafanhotos e se vestirem de peles de animais. Tudo isto fazia sentido naquela época, onde a revelação escrita, a Bíblia, não estava pronta, e onde estes profetas eram os instrumentos de Deus para sua revelação especial e infalível. Não vejo qualquer semelhança entre o pastor pião, a pastora leoa e o profeta Isaías, que andaram nu e descalço por três anos como símbolo do que Deus haveria de fazer ao Egito e à Etiópia (Is 20:2-4).

Eu sei que o mundo sempre vai zombar dos crentes, mas que esta zombaria, como queria Paulo, seja o resultado da pregação da cruz, da proclamação das verdades do Evangelho, e não o fruto de nossa própria insensatez.

Eu não me envergonho da loucura do Evangelho, mas das loucuras de alguns que se chamam de evangélicos.

Fonte: O Tempora, O Mores

sábado, 9 de junho de 2012

Encerramento do Mês da Família

Igreja cheia de irmãos e visitantes

O último Domingo, dia 03 de junho,  marcou o encerramento das programações referentes ao "Mês da Família". Foi um mês de desafios e realizações, no qual a Igreja Presbiteriana de Jucurutu, sob a temática "Eu minha casa serviremos ao Senhor", (Js 24.15b) procurou evangelizar às famílias. O encerramento contou com a presença do Rev. José Pedro - pastor da I.P. em Jardim do Seridó -RN.


Rev. José Pedro
Batismo de Vítor Gabriel, filho do Rev. Andriel e da irmã Leonildes.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Matando a Ira no Casamento






No casamento, a ira rivaliza com a lascívia como um assassino. Minha opinião é que a ira é um inimigo pior do que a lascívia. A ira também destrói outros tipos de camaradas. Algumas pessoas têm mais ira do que pensam, porque ela tem disfarces. Quando a força de vontade esconde a raiva, a ira queima no íntimo, e os dentes da alma rangem com frustração. Ela pode manifestar-se em lágrimas que parecem tristeza. Mas o coração tem aprendido que esta talvez seja a única maneira de revidar a tristeza causada.
A ira pode se manifestar em silêncio, porque temos resolvido não lutar. Pode se mostrar em críticas severas e correção implacável. Pode atingir pessoas que não têm nada a ver com a origem da ira. Ela sempre se sentirá justificada pelo erro da causa. Afinal de contas, Jesus ficou irado (Mc 3.5), e Paulo disse: "Irai-vos e não pequeis" (Ef 4.26).
No entanto, a boa ira entre pessoas caídas é rara. Foi por isso que Tiago disse: "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tg 1.19-20). Paulo também disse: "Os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade" (1 Tm 2.8); e: "Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia" (Ef 4.31).
Portanto, uma das maiores lutas da vida é a luta para manter "longe de nós a ira", e não apenas para controlar suas expressões. Para ajudá-lo nesta luta, eis aqui nove armas.
Primeira, pondere os direitos de Cristo de ficar irado, mas, depois, considere como ele suportou a cruz como um exemplo de longanimidade: "Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos" (1 Pe 2.21).
Segunda, pondere quanto você tem sido perdoado e quanta misericórdia lhe tem sido mostrada. "Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou" (Ef 4.32).
Terceira, pondere sua própria pecaminosidade e tire a trave de seu próprio olho. "Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão" (Mt 7.3-5).
Quarta, pense em como você não quer dar lugar ao Diabo, porque ira abrigada no íntimo é aquela coisa que a Bíblia diz explicitamente que abre a porta e o convida a entrar: "Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo" (Ef 4.26-27).
Quinta, pondere a tolice de seu próprio autossofrimento, ou seja, os numerosos efeitos prejudiciais da ira para aquele que está irado - alguns espirituais, alguns mentais, alguns físicos e alguns relacionais. "Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal; será isto saúde para o teu corpo e refrigério, para os teus ossos" (Pv 3.7-8).
Sexta, confesse seu pecado de ira para algum amigo de confiança, bem como ao ofensor, se possível. Esta é uma importante atitude de cura: "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo" (Tg 5.16).
Sétima, permita que sua ira seja a chave para destrancar os calabouços do orgulho e da autopiedade em seu coração e substituí-los por amor: "O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Co 13.4-7).
Oitava, lembre que Deus operará todas as coisas para o seu bem, enquanto você confia na graça futura. Seu ofensor pode até lhe fazer o bem, se você reagir com amor: "Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8.28). "Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes" (Tg 1.2-4).
Nona, lembre que Deus vindicará sua causa justa e acertará todas as coisas melhor do que você poderia fazê-lo. Ou seu ofensor pagará no inferno, ou Cristo já pagou por ele. Seu revide seria risco dobrado ou uma ofensa para a cruz. "Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor" (Rm 12.19). "Ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente" (1 Pe 2.23).
Que matemos nossa ira e lutemos por alegria e amor cada dia.


John Piper

www.desiringgod.org

sábado, 14 de abril de 2012

Um Recado de Pastor às Minhas Ovelhas Sobre o Facebook

Um Recado de Pastor às Minhas Ovelhas Sobre o Facebook

Não que eu tenha visto aberrações ou situações e postagens que me deixassem triste. Mas, reconheço: vi algumas citações, fotos, repasses, etc., que me deixaram um tanto apreensivo. Graças a Deus, foram poucas. Assim é o mundo moderno, com irmãos queridos que mantêm perfis e páginas no fecebook. Não sou muito de entrar por lá, mas, um dia desses postei um comentário na página que mantém praticamente 90% dos membros da nossa igreja (de todas as idades), interagindo, bem informadas, bem humoradas e bem conectadas. Por precaução, observação e pastoreio, postei um comentário ali, pois sei que cada um deles tem suas centenas e milhares de contatos. Penso que deva ser útil também aos que acessam o blog da Fiel o que recomendei, pois tantos estão interagindo nesta mesma rede social.
Se servir de incentivo, aviso ou santa exortação, creio que será bom. Usemos o facebook, mas sem ter que ficar ruborizados na ‘face’, por esquecimento (e, por que não?) falta de comprometimento com princípios e valores maravilhosos que estão no ‘Book’ (Bíblia).
Assim, esta ferramenta poderá seguir servindo de ponto de encontro, informações úteis, reencontros, e de incentivos à vida e à comunhão. Como o objetivo aqui é compartilhar, omitirei o nome da Igreja. Penso que também sirva para os membros da sua Igreja, todos tão humanos, queridos e batalhadores pela fé, quanto os da nossa igreja.
Um abraço.
Minhas queridas ovelhas da IP XYZ.
Eu entro pouco no FB. Na verdade, o fiz para ver as fotos dos 30 anos. Depois eu saio e fico um tempão sem acessar esta rede social. Por conta disso, tenho um bom número de gente querida para adicionar, etc. Vi muitos dos seus posts e louvo a Deus pelo cuidado, zelo e atenção para com o uso desta ferramenta. Outros ‘posts’, fotos, ‘curtições’, etc. [graças a Deus, não foram muitos!], eu pediria e recomendaria cuidado. Nada que seja tão grave, mas que possa ser motivo de suspense, dúvida ou escândalo, isso devemos definitivamente deixar de fora. Nada que lembre a ‘aparência do mal’ (por favor, leiam 1 Ts 5.21,22) e nada que o mundo produza de ‘podre’ e a gente se acostume [com o cheiro, como os lixeiros se acostumam, tantas vezes, nos caminhões de lixo que vemos bem à nossa frente...] e até ‘achemos este lixo no FB, engraçado’. Cuidado com o lixo, pois no FB ele existe em forma de piadinhas, palavrões, termos chulos, repasse de fotos com ditados maldosos, etc.
Para isso e PARA TUDO, usemos a boa máscara de oxigênio que é a Palavra de Deus. Ela purificará as nossas mentes e injetará sempre o novo ar de sabedoria, que nos ajudará a julgar todas as coisas [e reter o que é bom]. Também nos ajudará a nem seguir com certas leituras, posts, etc. A Palavra de Deus deve estar para nós no FB sempre como a máscara de oxigênio está para o hospital ou até mesmo para o avião: para que respiremos as coisas boas e, no nosso caso, para manter a nossa fé sempre viva!
Usemos o FB, mas não abusemos.
É o que peço a todos vocês!
Recebam o me abraço de pastor e de amigo.

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