Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..
UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
O AMOR NUNCA FALHA
No Rio Grande do Norte, o número de divórcios cresceu 665% em 20 anos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para cada quatro casamentos realizados no país em um ano, é registrada uma separação. No ano de 2007, foram realizados 916.006 casamentos no Brasil, enquanto 231.329 casais se separaram ou divorciaram naquele ano. No mesmo período, o Rio Grande do Norte registrou 12.352 casamentos, 2.443 divórcios e 769 separações judiciais. A capital lidera o número de casamentos e dissoluções no estado: foram formados 3.579 novos casais, enquanto outros 936 se divorciaram e 363 se separaram.
Mesmo com todos esses números, a igreja Presbiteriana de Jucurutu luta para mudar esse quadro, em quase três anos a igreja já realizou nove casamentos.
No dia 20 de agosto desse ano, chegou à vez dos nossos irmãos em Cristo Jailton e Gilvânia, a cerimônia foi realizada no templo da IPB pelo Rev. Andriel Kleber.
“ O amor de Cristo é eterno, enquanto tudo mais falha, o amor nunca falha”.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Congregações Animadas
G. Jefrrey MacDonald (*) Massachusetts (EUA)
Os clérigos norte-americanos sofrem de estresse, mostram vários estudos recentes. E parte do problema, segundo observaram os pesquisadores, é que os pastores trabalham demais. Muitos deles precisam de férias, é verdade. Mas há um problema mais fundamental que nenhum descanso e relaxamento pode ajudar a resolver: a pressão das congregações para que eles abandonem o maior chamado que uma pessoa pode receber.
A vocação religiosa é para ajudar as pessoas a crescerem espiritualmente, resistirem a seus impulsos mais baixos e adotarem comportamentos mais elevados e compassivos. Mas os fieis cada vez mais querem pastores que os acalmem e entretenham. Isso fica aparente nas poltronas de teatro e telas de projeção gigantes nas igrejas e nas viagens missionárias que envolvem mais turismo do que ouvir a população local.
Como resultado, os pastores são constantemente obrigados a escolher, à medida que tentam satisfazer a lista de desejos dos fieis em seus e-mails e correios de voz, entre os caminhos da integridade pessoal e os que trazem mais segurança no emprego. À medida que a religião se torna uma experiência de consumo, os clérigos ficam mais infelizes e sem saúde.
A tendência à religião voltada para o consumidor vem ganhando terreno há meio século. Considere que em 1955 apenas 15% dos norte-americanos diziam que não professavam mais a fé de sua infância, de acordo com uma pesquisa Gallup. Em 2008, 44% haviam mudado de afiliação religiosa pelo menos uma vez, ou as abandonado completamente, descobriu o Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública. Os norte-americanos agora experimentam, testam e depois saem quando um líder religioso não os satisfaz por qualquer motivo.
Nessa transformação, os clérigos viram mudanças em suas incumbências. Não se espera mais que eles ofereçam conselhos morais em sessões pastorais ou que façam sermões que deixe inquietos os mais complacentes. Os líderes religiosos que dão continuidade a essas tradições ministeriais pagam caro. Há alguns anos, milhares de fieis deixaram a Igreja Woodland Hills em St. Paul, Minnesotta, e a Igreja Comunitária da Alegria em Glendale, Arizona, quando seus respectivos padres se recusaram a abençoar a agenda política preferida pela comunidade e o estilo de vida consumista.
Eu mesmo enfrentei pressões semelhantes. No começo da década de 2000, o comitê de aconselhamento de minha pequena congregação em Massachusetts disse para eu restringir meus sermões a dez minutos, contar histórias engraçadas e deixar as pessoas se sentindo bem consigo mesmas. A mensagem por trás dessas instruções era clara: “faça a apresentação reconfortante e divertida que queremos ou buscaremos outro líder espiritual”.
As congregações que fazem esse tipo de demanda não parecem perceber que a maioria dos clérigos não assinaram um contrato para serem videntes do futuro ou apresentadores de TV. Os pastores acreditam que são chamados para transformar para melhor as vidas das pessoas, e que isso envolve ajudá-las a aprender o que é certo na vida, mesmo quando o certo também é difícil. Quando eles são fieis a esse chamado, os pastores incentivam os cristãos a fazerem o trabalho duro da reconciliação com os outros antes de receber a comunhão. Eles orientam as pessoas a compartilhar do sofrimento alheio, incluindo pessoas que elas prefeririam ignorar, experimentando circunstâncias difíceis – digamos, num abrigo, numa prisão ou num asilo – e buscando alívio para aqueles que precisam. Quando são mais corajosos, os clérigos orientam as pessoas para onde elas não querem ir, porque é assim as preocupações delas se expandem, e é assim que uma comunidade espiritual se forma.
O ministério é uma profissão na qual as maiores recompensas são o sentido de vida e a integridade. Quando isso desaparece sob a pressão dos fieis que não querem ser desafiados ou edificados, os pastores se tornam candidatos para o estresse e a depressão.
O clérigo precisa de fieis que entendam que a igreja existe, como sempre existiu, para salvar almas elevando os valores e desejos das pessoas. Eles precisam de fieis que peçam desafios pessoais, em áreas como a devoção diária e serviços comunitários. Quando uma ética como esta se enraíza, como acontecia antigamente, os pastores então deixam de se sentir como uma espécie de “recepcionistas” espirituais. Eles reencontram a alegria ao pregar entre pessoas que compartilham seu sentido de propósito. Eles podem até mesmo reacender o fogo de seu chamado, em vez de trilharem um caminho em que são consumidos pelo estresse prematuro.
*G. Jefrrey MacDonald é ministro da Igreja Unida de Cristo, é autor de “Thieves in the Temple: The Cristian Church and the Selling of the American Soul” (algo como “Ladrões no Templo: A Igreja Cristã e a Venda da Alma Americana”)
Tradução: Eloise De Vylder
Fonte: The News York Times
domingo, 1 de agosto de 2010
IGREJA PRESBITERIANA DE JUCURUTU MINISTRA SANTA CEIA EM COMUNIDADE RURAL
A igreja Presbiteriana de Jucurutu esteve neste sábado dia 31 de julho
na Comunidade Retiro neste Município, ministrando a santa ceia do
Senhor aos irmãos que moram naquela Comunidade. O culto teve inicio as
19h30min sob a direção do Reverendo Andriel Kleber que pregou sobre o
texto o tesouro escondido
que está escrito no livro de Mateus capitulo 13 versículos 44 ao 46.
Logo após a ministração da palavra, foi ministrada a santa ceia. Ao
final do culto os irmãos se confraternizaram na residência da irmã
Fátima que serviu um chá com bolo e bolacha a todos os presentes.
sábado, 17 de julho de 2010
O Tapete da Fé
O que é a fé? Em toda a Bíblia, não há resposta melhor do que a do grande capítulo 11 da Epístola aos Hebreus. Em Hebreus 11, um tapete é aberto, retratando grandes exemplos de fé extraídos da narrativa dos heróis do Antigo Testamento.
Nos grandes castelos, tapetes escuros estão pendurados em paredes mofadas para retratar as façanhas dos grandes cavaleiros e senhores do passado, preservando as virtudes e os valores que tornaram grande o reino. Hebreus 11 não é um corredor mofado. É uma calçada espiritual adornada pela tecedura da Palavra viva de Deus, mostrando a fé como a virtude-chave pela qual Deus tornou grande o seu reino. Hebreus 11 é freqüentemente chamado de “Galeria de Heróis”. Mas o verdadeiro herói desse capítulo é Deus, que deu fé aos seus, pela qual homens e mulheres insignificantes fizeram grandes coisas na força dele.
Hebreus 11 mostra que a fé é sobremodo importante porque o povo de Deus é inquietado por fraquezas, pobreza e dificuldades. Essa é a razão por que o versículo 1 nos diz: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”. O contexto para a fé é uma vida em que as coisas são esperadas, mas ainda não vistas ou possuídas. A fé assimila coisas que são prometidas por Deus, mas que por enquanto não se cumprem em nossa experiência. Esperamos por poder em meio à fraqueza; por paz, em meio ao conflito; e por alegria, em meio à tristeza. Por todas essas razões, o povo de Deus necessita de fé para perseverar em um mundo difícil.
O que é, então, a fé? A fé é crer na Palavra de Deus a fim de apropriar-se de coisas que são prometidas e torná-las real em nossa vida. A fé é o modo ou a maneira pela qual possuímos as coisas celestiais na terra. A fé não cria as coisas pelas quais esperamos – isso é o falso ensino de muitos de nossos contemporâneos que usam esse versículo para atribuir poder criativo à nossa fé. Em vez disso, a fé recebe de Deus as bênçãos que ele dá. Deus nos dá perdão, paz e provisão espiritual. Ele promete uma “cidade que tem fundamentos”, na qual viveremos para sempre (Hb 11.10). A fé é a evidência dessas coisas em nossa vida; é a convicção que extrai forças dessas coisas para seguir a Deus.
Quaisquer dúvidas que tenhamos são respondidas não por argumentos raciocinados, e sim pelo exemplo de fé deixado pelas pessoas piedosas recordadas em Hebreus 11. É melhor dizermos que nesse capítulo a fé é personificada por meio do relato do Antigo Testamento. Começamos em Gênesis, na criação – a fé lê o relato da criação e vê que Deus realmente existe (v. 3). Em seguida, temos o relato sobre três heróis antediluvianos, que juntos retratam o padrão de vida de todo crente: pela fé, Abel se achegou a Deus e foi justificado; pela fé, Enoque andou em comunhão com Deus; pela fé, Noé serviu a Deus com obras de obediência.
A maior seção de Hebreus 11 é dada ao patriarca Abraão. Somos informados de quatro coisas que ele fez pela fé. Ele obedeceu a Deus; viveu como um peregrino em uma terra estranha; em idade avançada, ele e Sara geraram o filho prometido por Deus; e, pela fé, ele ofereceu esse filho, Isaque, em obediência à ordem de Deus. Isso é, de fato, uma vida digna, e tudo pela fé!
E assim prossegue. O tapete da fé revela geração após geração dos fiéis de Deus, desde Moisés e Josué, passando pelos juízes, Davi e os profetas e chegando até aos heróis macabeus, que viveram depois da término do Antigo Testamento. Pela fé, eles conquistaram reinos, fecharam a boca de leões e se tornaram poderosos na guerra. Suportaram torturas e permaneceram firmes em face da morte. Juntos, eles provaram que pela fé um crente possui tudo de que precisa para triunfar sobre as piores oposições do mundo.
Hebreus 11 nos diz o que o povo de Deus fez pela fé. O fato notável nestas pessoas não é sua personalidade, ou seu treinamento, ou sua formação. O texto não nos diz que Abraão era um tipo de pessoa talentosa ou que sua personalidade o tornava adequado ao desapontamento. A única coisa que o tornou diferente das outras pessoas foi a sua fé; e, por meio dela, que diferença ele fez para todo o mundo! Como pôde um homem como Moisés, na plenitude de sua vida, virar as costas para o ápice do poder, prazeres e riquezas do mundo? Isso não aconteceu porque ele era uma pessoa de moralidade. Ele fez isso pela fé! Sem fé, nenhum desses heróis de Hebreus 11 teria vivido para Deus da maneira como o fizeram. Mas, pela fé, eles viveram com um poder que o mundo não conhece e obtiveram a salvação que o mundo ignora. Por causa de sua fé, diz o versículo 16, “Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus”.
A fé pode fazer grandes coisas na vida de qualquer crente. Se você vive pela fé em Deus, não importa quem você é ou qualquer outra coisa a seu respeito, você pode fazer diferença para o reino de Deus. O que realmente importa não é a sua força ou a sua fraqueza, o seu treinamento ou a falta deste. Pela fé, você pode ser um herói espiritual. Por quê? Por que há algum poder inerente à fé ou por que ela desencadeará seu potencial oculto? Não, de modo algum. A fé pode fazer grandes coisas por meio de você, nos diz o versículo 6, porque Deus “se torna galardoador dos que o buscam”. A fé obtém seu poder de seu objeto, o Deus salvador que dá graça àqueles que confiam nele.
Se você procurar esses heróis da fé na história secular do mundo antigo, não os achará. Por quê? Porque há algo que a fé não faz. Ela não dá fama e fortuna como o mundo os estima. Esses heróis da fé eram ninguéns aos olhos do mundo, mas foram grandes aos olhos de Deus. A fé deles não os recomendou ao mundo. Muitos deles foram mortos por causa de sua fé. Como acontece freqüentemente, a sua fé ganhou o desprezo do mundo.
Mas observe o versículo 2: “Pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho”. Que bom testemunho foi esse? Pela fé, eles foram elogiados por Deus, e não exista nada melhor do que isso. “A fé é a certeza de coisas que se esperam” – é assim que começa Hebreus 11. E podemos esperar algo melhor do que o elogio de Deus – não somente sermos perdoados e recebidos pela fé, embora isso seja essencial, mas também agradarmos a Deus, realmente, com a nossa vida? Pela fé, podemos ter certeza disso.
O que realmente importa em sua vida? Hebreus 11 diz: o que mais importa em sua vida, e na vida de todo crente, é a sua fé. Uma vez que isso é verdade, nada é mais necessário do que alimentar, exercer e desenvolver sua fé. Quando você crê na Palavra de Deus e confia nas promessas dele em meio aos desafios de sua vida, você se introduz neste tapete em que a história da fé ainda está sendo contada. Pela fé, você, assim como Noé, Abraão e Moisés, pode fazer grandes coisas pelo poder de Deus e para a glória dele.
Richard Phillips
O rev. Richard D. Phillips é o pastor principal da First Presbyterian Church of Coral Springs (Flórida) e o autor de Faith Victorious: Finding Strength and Hope from Hebrews.
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sábado, 10 de julho de 2010
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A Luz do Mundo |
R. C. Sproul |
“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará
nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8.12)”.
Circulavam muitas opiniões sobre a pessoa de Cristo durante seu
ministério público. Alguns pensavam que ele era o grande profeta
escatológico (dos fins dos tempos – Jo 7.40), enquanto outros achavam
que ele era realmente o Messias (Jo 7.41). Essas opiniões quase fizeram
com que Jesus fosse preso por causa da desordem que elas causavam (Jo
7.41-43). Entretanto, “ninguém lhe pôs as mãos”, porque “ainda não era
chegada a sua hora” (Jo 7.30, 44). O segundo “EU SOU” de Jesus segue
esses acontecimentos. Face a face com uma mulher adúltera e com os
fariseus, ele declarou: “Eu sou a luz do mundo” (João 8.12)”.Luz e trevas são temas importantes que encontramos nas Escrituras. Luz é freqüentemente usada para descrever a Deus e sua glória. Em suas epístolas, João nos diz que “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (1 Jo 1.5). Jesus, ao chamar a si mesmo de luz do mundo, estava se referindo novamente à sua divindade. Para que não haja dúvida quanto à sua reivindicação, há mais dois relatos dos evangelhos que nos mostram, com clareza, que Jesus compartilhava da mesma luz de Deus, o Pai. O primeira deles é o da transfiguração (Mt 7.1-13), na qual Jesus irradiou, de si mesmo, a refulgente glória de Deus. O fato de que Jesus compartilhava da mesma luz do Pai é também evidente em João 1. Este capítulo nos diz que o Verbo era Deus (1.1) e que este Verbo, que assumiu a forma humana em Jesus Cristo, era a Luz que resplandece nas trevas (1.4).
A referência de Jesus às trevas, em João 8.12, é notável porque a Bíblia usa freqüentemente as trevas como uma metáfora da cegueira espiritual (Sl 107.10; Jo 3.19). Essas trevas não podem reprimir a glória de Deus em Jesus Cristo porque as trevas nunca vencem a luz (Jo 1.5).
Embora as trevas do pecado não obscureçam a glória de Cristo, alguns homens não entendem quem Cristo é. Na ocasião descrita em João 8.13-20, os fariseus rejeitaram o testemunho de Cristo a respeito de si mesmo porque diziam que faltava a segunda testemunha exigida pela lei, a fim de comprovar a sua veracidade. Jesus lhes respondeu dizendo que, mesmo testemunhando sozinho, seu testemunho era suficiente, porque ele sabia de onde viera e para onde estava indo. Jesus viera para cumprir a lei e disse aos fariseus que havia realmente duas testemunhas, o Pai e o Filho. Contudo, os fariseus não entenderam isso porque estavam preocupados somente com os detalhes da lei e não com a Pessoa para a qual esses detalhes apontavam.
Quando lemos as Escrituras, podemos nos tornar excessivamente preocupados com os detalhes e as complexidades de suas exigências, a ponto de esquecermos que toda a Bíblia aponta para Cristo. Enquanto você lê a Bíblia e estuda-a, peça ao Espírito Santo que o ajude a perceber como todos os detalhes nos remetem a Cristo.
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domingo, 20 de junho de 2010
1ª Reflexão matrimonial 2010
A igreja Presbiteriana de Jucurutu proporcionou mais um de seus eventos, após alguns meses de planejamento, trabalho e dedicação aconteceu a 1º Reflexão Matrimonial, dirigido aos casais com o propósito de refletir sobre o papel da família na sociedade e sobretudo a obdiencia a Deus. No final de semana do dia 18 e 19 de Junho de 2010, toda a igreja se mobilizou para que o evento pudesse vir a acontecer. Divididos em vários grupos de organização do evento, entre eles o louvor, (ministério de louvor da Igreja),
palavra ( pastor Andriel e o Pastor Sebastião),
e equipes, da limpeza, ornamentação e cantina, que estiveram a frente do evento cuidando dos mínimos detalhes.
A equipe responsável pelas crianças também cumpriram seu papel, para que os casais pudessem ficar tranquilos em relação aos seus filhos que estavam em ótimas companhias.
A sexta a noite foi iniciada a primeira palestra com Pastor Sebastião da igreja Batista de Jucurutu, que falou da importância dos cônjuges amar uns aos outros, citando com exemplo as palavras do Mestre Jesus que nos ordenou a amar os nossos inimigos, e o sacrifício que Ele fez na cruz do calvário pela igreja entre outros.
O ministério de Louvor da igreja ficou responsável pelos lindos cânticos que expressava o amor entre os casais conforme a vontade de Deus.
No Sábado à noite o evento teve continuidade com o Pr. Andriel que trouxe a mensagem da noite falando como tirar proveito das crises para que o casal permaneça cada vez mais unido.
E para finalizar com chave de ouro foi servido um jantar que teve sua renda revertida para as obras de construção da cantina da Igreja.
Durante o jantar foi o momento dos casais declarar o seu amor a pessoa amada. Quem esteve na organização das mensagens foi Anderson, Amanda e Juninho. O momento foi de muita emoção e alegria.
A decoração do ambiente tudo de acordo com o tema que seria tratado.
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